NUMISMA LEILÕES n.º 111, no próximo dia 3 de outubro de 2017

Domingo, 24 de Setembro de 2017
NUMISMA LEILÕES n.º 111, no próximo dia 3 de outubro de 2017

No próximo dia 3 de outubro, a partir das 16 Horas, a conceituada empresa Numisma Leilões, especializada no comércio numismático, vai levar à praça em Lisboa, no VIP Grand de Lisboa Hotel & SPA, mais um vistoso conjunto de moedas, onde estão presentes diversos exemplares de elevada qualidade e raridade que atrairão certamente muitos colecionadores nacionais e estrangeiros.

Para este leilão foi publicado o catálogo n.º 111, entitulado "Moedas de ouro de Portugal. Coleção galaico-duriense", com a superior qualidade gráfica a que a Numisma nos vem habituando, onde são cuidadosamente apresentados e ilustrados os 375 lotes que constituem esta venda pública. Como vem sendo habitual nestes leilões, a maioria dos lotes são constituídos por moeda de Portugal (n.º 27-273 e 275-7) e antigas colónias (n.º 274, 278-96), sobretudo de ouro, mas também podemos encontrar lotes interessantes de moedas dos Mundos Clássico, Bizantino e Muçulmano (n.º 1-26), bem como exemplares do Império do Brasil (n.º 297-307), de diversos países estrangeiros (n.º309-73) e ainda fichas (nº 308) e medalhas (n.º 374-5). Assinale-se também que alguns dos lotes são constutuídos, por vezes, por extensos conjuntos de moedas que irão ser muito disputados no leilão, considerando o seu interesse e valor.

Como em leilões com esta qualidade são muitas as moedas que merecem uma menção especial e não sendo possível fazer aqui a sua enumeração exaustiva, iremos referenciar apenas os exemplares que mais despertaram a nossa atenção, pela sua beleza, raridade e excecional estado de conservação: comecemos pelo espetacular morabitino de Sancho I (n.º 27), que integrou a importante coleção António Olmos, peça raríssima e em excecional estado de conservação; de seguida temos o "português" de João III (n.º 92), que pertence aquele grupo de peças que tem de estar presente nas grandes coleções de moeda portuguesa; entre a numária áurea de João V, bem representada neste leilão, as nossas preferências vão para o dobrão e meio dobrão de 1724M (n.º 124 e 140) e para a bela dobra 1731R (n.º 139); a peça de 1733 de Maria II, conhecida na gíria por "degolada" é também um atrativo exemplar que deve ser assinalado, juntamente com a alta qualidade dos 80 Reis (Maluco) da mesma monarca, fabricados em Angra (n.º 275); entre a numária portuguesa, uma última menção para a MEA de Manuel I, da antiga Índia Portuguesa.

As séries estrangeiras têm uma boa representação, sobretudo de moeda de ouro, em especial da África do Sul (n.º 309-14), Austrália (n.º 317-25) e Reino Unido (n.º 347-65).

Em suma, estamos em presença de mais um importante leilão que certamente despertará grande curiosidade entre os colecionadores de moedas nacionais e estrangeiros e que resultará em mais um sucesso da Numisma Leilões.

Rui Centeno


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